Hoje não tenho nenhum assunto pra postar nem inspiração para criar um.
Estou postando pois há quem goste. Alguém com que não falo faz um tempinho e estou começando a desistir de mandar SMS, já que não sei quando recebe ou não já que as operadoras não conseguem sustentar um mero sistema de mensagens de texto... É irônico, pois crio raiva de um recurso tecnológico e utilizo outro como alternativa para falar não só besteiras mas o quanto eu fico "bravo" com uma outra.
Estou postando também pois acho que é minha vez de "cobrar" minha prima para que poste algo no blog dela. Se bem que lembro de ter lido que ela só postava quando estava com algum problema. Por mais que eu goste de ler e comentar o que ela põe eu prefiro que, caso ela realmente só poste quando está com algum problema, não poste nada. Afinal de contas pode ser um bom sinal.
É engraçado, que por mais que não tenha assunto e comece a escrever vejo que no final das contas escrevi bastante coisa, porém é fácil falar de nada. É possível ser lógico em um comentário sem dizer absolutamente nada, meus posts estão aí como prova. Claro que não todos, se eu só postasse lixo não me daria nem ao trabalho.
Estou numa "reta final".
1 mês para acabar minhas aulas
1 mês para, conseqüentemente, faltar apenas 1 semestre para acabar minha facul.
Dia 27 agora pode ser uma data muito significativa para mim, ou talvez me dê a data que tanto me significará algo. É engraçado... pensar que mudarei "tanto" sem mudar muita coisa (psicologicamente).
Após essa dia 27 provavelmente 1 mês de espera (pra mais).
Após 1 mês de espera 1 mês de recuperação. Onde completarei 21
To velho :/ .. não fico "triste" por isso, mas por pensar que tudo está passando muito rápido. Sempre fiz questão de que tudo passasse muito rápido, tenho a sensação de que após todo esse período tudo será diferente. Até porque não estarei almejando algo, mas sim "aproveitando".
Travei outro dia, quando fui calcular quantos anos meu gato preto tinha. Pensei "Ah, ele tem uns 8 anos" - Pausa... - "Quer dizer.. peguei ele na 7ª série, isso já faz uns...... 8 anos o.o " fiquei com essa cara uns 4 segundos.
Claro que esse mini-cronograma só acontecerá se tudo der certo. Mas sei lá, parece que algo resolveu parar de me "bloquear" e as coisas começaram a fluir bem. Tão bem que estranho.
É.. após tudo isso "Party all night until the sun comes out." ;P
Brincadeira ^^"
Projeto Canadá parado por enquanto... tenho que completar meu CV e até agora não tomei a iniciativa.. Quem sabe daqui a 1 ano eu esteja lá.
Bem, é isso aí. Idéias jogadas de forma aleatória porém com algum significado. Basta tentar interpretar (nada subliminar) para ver se faz sentido.
Blah...
:T
sexta-feira, 16 de maio de 2008
domingo, 11 de maio de 2008
Mensalão?
Hoje estou extremamente sem inspiração. Em um momento do dia até cheguei a ter, porém do nada ela foi embora e não deixou recado (levei um fora dela? :O !!!!)
Estava pensando se ia postar algo, porém foram certos sinais que me fizeram realmente postar. Quais?
1 - Hoje é domingo (pede caximbo), dia das mães.
2 - Hoje é domingo dia 11, ou seja.. 1 mês desde minha última postagem. (por isso o "Mensalão?" como título)
3 - Acabei de olhar para o relógio e eram 21:12. (aliás, toda vez que olho para o relógio do microondas tem algum horário bizarro)
Não tava pensando em fazer um post sobre as mães ou sobre o dia delas, seria muito clichê. Fora que não tenho muito o que falar da minha mãe, afinal de contas ela é a minha mãe, minha querida mamãe. Parafraseando Quico: "Mamãe querida!". Então seja o que for...
Assisti nessa semana, em um evento da facul, um filme chamado "Em busca da felicidade" (ou seria "À procura da felicidade"? No final do filme ninguém sabia responder, nem o google consegue) do Will Smith e parei pra pensar porque alguns filmes me afetam (esse apesar de tudo não me afetou, achei bem legal porém não me incomodou muito).
Vejo nos filmes uma oportunidade de aprendizado. Não digo de fatos históricos ou coisa do gênero, mas conseguir ter a percepção de como eu reagiria em uma determinada situação.
Já quase morri pelo menos 2 vezes e já escapei de acidentes inúmeras. Dizem que há vezes em que temos que levar um susto pra aprender alguma lição, felizmente comigo não é assim. Chego no limite do susto. Realmente levo um susto, mas sem acontecer o fato própriamente dito. Como se fosse uma segunda chance.
Pode ser um filme de ficção, como por exemplo o "Eu sou a lenda" - onde eu não vou dizer que aprendo alguma lição mas que ele me coloca numa situação realmente incômoda. Uma situação que pode até ser que nunca aconteça (não me refiro à extinção humana e um mundo controlado por zumbis/vampiros mas sim à sensação de solidão e tudo de mal que acontece) mas que é uma ferida que de vez em quando temos que mexer. - como também um filme como esse que assisti recentemente.
Esse último que vi (em busca/à procura da felicidade), acabei me identificando bastante. Claro, não cheguei ao ponto de morar na rua, mas sei um pouco o que eles passaram, mais pelo lado do filho. Consigo imaginar como que o pai se sentiu, pois me vi numa situação parecida, porém meu ponto de vista seria mais para o do filho já que esse era meu papel real.
Alguns dos que estavam vendo o filme no auditório eram pais (pais mesmo, não pai dos alunos). Até estava sentado ao lado de um amigo que já era pai. E tinha determinadas partes que você via que ele conseguia sentir a frustração do pai e pensava alto "Que foda....".
Posso dizer que sinto o que o pai sentia pois eu compreendia a dificuldade que passávamos (e de certa forma ainda passamos, mas não tanto quanto antes, é claro).
Fico pensando como seria se eu virasse pai. É estranho.. se vê tantos "Super nanny" onde os pais irresponsáveis não souberam controlar seus filhos a ponto de terem que se "sujeitar" a aparecerem em um programa de TV (existem aqueles que gostam de aparecer), mas quando eu penso no momento em que eu for cuidar do(s) meu(s) filho(s)(a(s)) não consigo imaginar ter tanto problema. Me vejo mais como um amigo. Na verdade nem me vejo muito, afinal de contas isso está bem longe de acontecer. Espero dar conta do recado.
Como disse, não estou muito inspirado.. mas pelo menos coloquei algo aqui.
Sexta-feira fui a uma consulta um tanto quanto importante. Próxima só dia 27 e talvez eu volte com um data. É, veremos.
Não tenho muito o que falar (digitar)...... Melhor parar por aqui antes que eu falemais besteiras.
Mais uma vez não revisarei meu texto por pura questão de preguiça.
Bjos e/ou abraços.
Hasta o/
Estava pensando se ia postar algo, porém foram certos sinais que me fizeram realmente postar. Quais?
1 - Hoje é domingo (pede caximbo), dia das mães.
2 - Hoje é domingo dia 11, ou seja.. 1 mês desde minha última postagem. (por isso o "Mensalão?" como título)
3 - Acabei de olhar para o relógio e eram 21:12. (aliás, toda vez que olho para o relógio do microondas tem algum horário bizarro)
Não tava pensando em fazer um post sobre as mães ou sobre o dia delas, seria muito clichê. Fora que não tenho muito o que falar da minha mãe, afinal de contas ela é a minha mãe, minha querida mamãe. Parafraseando Quico: "Mamãe querida!". Então seja o que for...
Assisti nessa semana, em um evento da facul, um filme chamado "Em busca da felicidade" (ou seria "À procura da felicidade"? No final do filme ninguém sabia responder, nem o google consegue) do Will Smith e parei pra pensar porque alguns filmes me afetam (esse apesar de tudo não me afetou, achei bem legal porém não me incomodou muito).
Vejo nos filmes uma oportunidade de aprendizado. Não digo de fatos históricos ou coisa do gênero, mas conseguir ter a percepção de como eu reagiria em uma determinada situação.
Já quase morri pelo menos 2 vezes e já escapei de acidentes inúmeras. Dizem que há vezes em que temos que levar um susto pra aprender alguma lição, felizmente comigo não é assim. Chego no limite do susto. Realmente levo um susto, mas sem acontecer o fato própriamente dito. Como se fosse uma segunda chance.
Pode ser um filme de ficção, como por exemplo o "Eu sou a lenda" - onde eu não vou dizer que aprendo alguma lição mas que ele me coloca numa situação realmente incômoda. Uma situação que pode até ser que nunca aconteça (não me refiro à extinção humana e um mundo controlado por zumbis/vampiros mas sim à sensação de solidão e tudo de mal que acontece) mas que é uma ferida que de vez em quando temos que mexer. - como também um filme como esse que assisti recentemente.
Esse último que vi (em busca/à procura da felicidade), acabei me identificando bastante. Claro, não cheguei ao ponto de morar na rua, mas sei um pouco o que eles passaram, mais pelo lado do filho. Consigo imaginar como que o pai se sentiu, pois me vi numa situação parecida, porém meu ponto de vista seria mais para o do filho já que esse era meu papel real.
Alguns dos que estavam vendo o filme no auditório eram pais (pais mesmo, não pai dos alunos). Até estava sentado ao lado de um amigo que já era pai. E tinha determinadas partes que você via que ele conseguia sentir a frustração do pai e pensava alto "Que foda....".
Posso dizer que sinto o que o pai sentia pois eu compreendia a dificuldade que passávamos (e de certa forma ainda passamos, mas não tanto quanto antes, é claro).
Fico pensando como seria se eu virasse pai. É estranho.. se vê tantos "Super nanny" onde os pais irresponsáveis não souberam controlar seus filhos a ponto de terem que se "sujeitar" a aparecerem em um programa de TV (existem aqueles que gostam de aparecer), mas quando eu penso no momento em que eu for cuidar do(s) meu(s) filho(s)(a(s)) não consigo imaginar ter tanto problema. Me vejo mais como um amigo. Na verdade nem me vejo muito, afinal de contas isso está bem longe de acontecer. Espero dar conta do recado.
Como disse, não estou muito inspirado.. mas pelo menos coloquei algo aqui.
Sexta-feira fui a uma consulta um tanto quanto importante. Próxima só dia 27 e talvez eu volte com um data. É, veremos.
Não tenho muito o que falar (digitar)...... Melhor parar por aqui antes que eu fale
Mais uma vez não revisarei meu texto por pura questão de preguiça.
Bjos e/ou abraços.
Hasta o/
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