quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Mentira

A imaturidade de um sentimento pode ser algo insuportável.
Havia dito que meu lado emocional era um tanto quanto imaturo.

O que fazer com algo assim? Não é possível por de castigo, nem dar alguma bronca. É como levar um soco no escuro.

Dizem que uma mentira contada mil vezes torna-se verdade. Talvez alguém tenha dito essa, mil vezes, e acreditado...

O orgulho, dito anteriormente, faz com que me prive de qualquer contato com a fonte desse problema. Sensação de abstinência.
Pensamentos bipolares. Penso que tudo o que penso e sinto, pode ser o mesmo da outra parte, porém meu lado racional fala que devo deixar de besteiras, que já fui feito de troxa muitas vezes e que se o sentimento fosse recíproco, alguma iniciativa teria sido tomada.

Um paradoxo, pois se for verdade.. não acontecerá nada, pois estou fazendo nada.

Talvez eu deva deixar as coisas como estão. Ignorar e deixar o tempo se encarregar de minimizar essa sensação. Quando eu menos esperar, vou olhar pra trás e ver que passei por mais uma dessas e continuo andando normalmente.

Quem sabe eu repetir esse último parágrafo mais mil vezes, eu acabe me enganando de uma vez por todas..




edit 05/10/2009: Parece estar funcionando.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Sem idéia pra título

Para não terminar um velho hábito.. escrever sem inspiração alguma.
Talvez seja mais uma sabotagem às minhas frustradas e repetitivas tentativas de dormir mais cedo.

Para completar, minha incrível capacidade de distração, considerando que comecei a escrever às 10:50 e já são 23:24, pois parei para conversar.

Agora, pensando seriamente, não estou conseguindo escrever nada, exatamente por saber que horas são.

Daqui a a uns 15 dias completarei 1 ano no trabalho...

Fico me perguntando se "orgulho" realmente não leva a nada. Sempre tive como defeito - talvez até em função do meu signo - de ser alguém muito "orgulhoso". Aprendi a melhorar isso, porém nos últimos acontecimentos da minha vida, percebi que ele me salvou.

Podemos usar uma frase comum em qualquer livro de auto-ajuda (acredito eu, pois nunca li algum) de que "Nada em excesso faz bem". O orgulho, se bem utilizado, pode servir para elevar sua auto-estima ou ajudar a se reerguer. Uma faca de 2 gumes, pois da mesma forma que você pode passar por um vexame por causa dele, você pode escapar de um.

Atualmente meu lado consciente anda dando sermão no meu lado emocional. Obrigando a não fazer besteiras e bancar o bobo. Sempre tive um lado racional bom, o problema sempre foi a imaturidade do lado emocional, algo que está melhorando.

Sabe-se lá quando poderei tirar férias... mas acho bom me planejar.. pra não tirar minhas únicas férias do ano e passá-las em casa..


Sinto que algo está para acontecer. Não sei se bom ou ruim.. Sinto que mais pra "ruim" do que pra "bom".. o jeito é esperar acontecer.

Gostaria que fosse algo bom. Não que nada de bom nunca aconteça.. mas tou precisando

Cansado de ter a rotina quebrada por imprevistos ou problemas. Gostaria de ter minha rotina quebrada por algo agradável. Claro.. todos queremos isso.. mas realmente seria legal..


Ouvindo:
Título: 1812 Overture
Artista: USSR State Symphony Orchestra, Evgeny Svetlanov, cond.
Álbum: Pyotr Il'yich Tchaikovsky. Symphonies, orchestral works (MP3-disc; RMG Records, 2004)
Ano: 1974
USSR State Symphony Orchestra,
conductor Evgeny Svetlanov,
recording engineer Vasily Antonenko.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Vendetta

Num daqueles dias em que por mais cansado que eu esteja, fiquei com vontade de escrever algo. Algo que talvez não coubesse em um twitter, não que eu usasse com mais frequencia, ou com alguma.

Emprego deu uma estabilizada, a ponto de se tornar parte da minha rotina.

Não farei nenhum tipo de atualização (resumo) em relação a última vez que postei, pois gastaria um tempo e isso se tornaria mais um "diário" do que um lugar que havia separado para postar uma foto de como estou em um determinado dia, para uma futura análise, talvez.

Reparei que muitas coisas na minha vida são como ciclos. Desde "amores", revoltas até pensamentos. Isso não é novidade, mas percebi que esses ciclos tiveram um intervalo reduzido.

Felizmente (ou talvez "infelizmente), descobri que eu estava certo sobre algo. Sempre tive receio de "dar o próximo passo" por sempre achar que estava confundindo as coisas em relação a alguém. Descobri que tenho que dar mais atenção às minhas intuições

Percebi também que apesar de falar que não gosto de ser ajudado, mesmo gostando de ajudar os outros, acabava de algum jeito "dependendo" dos outros. Sorte a minha que, quando mais preciso de alguma ajuda, não encontro apoio. Dessa última vez percebi que conheço mais de mim do que imaginava e que, no final das contas, assim como meu discurso original, se tenho um problema eu tenho que saber como resolvê-lo.

Resolvi ligar um pouco o foda-se... parar de me preocupar tanto com os outros. Não que virei um ignorante ou hipócrita. Mas estou pensando um pouco em mim. Cansei de ser feito de bobo..

Cansei de sempre perceber que sou usado de muleta e fazer nada. Claro, agora percebi mais do que nunca que não preciso e não esperarei algo em troca, porém guardo um certo rancor da época que me faltava tal sobriedade.

Deixarei esse post meio em aberto, para quem sabe incentive postar algo mais cedo..

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Falando sério..

“Nossa, faz tempo que não posto e bla bla bla..”

Pronto, começando mais um post...

Sei que tudo que eu escrever daqui pra frente parecerá loucura ou algo irreconhecível.
É engraçado como uma racionalidade pura pode te dar idéias que antes achava irracional.

Quase tudo deu certo para mim, mas mesmo assim nunca me senti tão ruim, tão instável, em toda minha vida.
Teoricamente só tenho o que comemorar.
Acabei a facul, estou praticamente formado. Arranjei um emprego antes de terminar a facul. Não foi estágio, mas sim CLT direto. Estou sendo bem remunerado (um pouco se considerar que é meu primeiro emprego, mas mesmo assim).

Não sei explicar... não consigo definir “exatamente” o que está me fazendo sentir tão mal.
Não tenho motivação. Algo está errado, me sinto mal e não vejo alternativas, por mais que elas estejam por toda parte.

Aproveitar esse espaço para tentar diagnosticar melhor. Para isso, separarei por “tópicos”. E já aviso, esse post será o maior de todos.

Imaturidade - Desde que fiz minha primeira entrevista de emprego, fiquei pensando "Po, será que era isso que eu queria?". Caramba.. tenho 21 anos, já estou na idade, porém me sinto despreparado. Não me refiro exatamente ao mercado de trabalho. Despreparado como um todo. Se por um lado, estranho como eu posso ter uma grande capacidade de ajudar os outros e falar coisas como se eu já tivesse vivido centenas de anos, me sinto imaturo. Fiquei pensando, e ainda não descarto a possibilidade, em fazer mais uma graduação.
Não pensando no meu currículo, do tipo “Ha, fazer mais uma graduação, terei duas e meu currículo ficará bonitão”, pois sei que não é verdade. Mas em fazer mais uma graduação para ter uma “desculpa” de ficar pelo menos 2 anos parado, sem me preocupar em trabalhar. De ter mais 2 anos para poder amadurecer melhor, para poder “curtir” um pouco mais.
Sinto como se a partir de agora não tivesse mais volta. De certa forma é verdade, de certa forma não. Vira e meche me sinto num beco sem saída.

Solidão – Esse esquema de trabalho está acabando com o pouco que eu considerava de “vida social”. Tenho contato com pessoas no trabalho. Me relaciono bem com todas as áreas. Esse tópico entra um pouco em um outro (ou outros). Agora está caindo um pouco mais a ficha. Se antes eu estava sozinho, tinha “tempo” para me ajudar. Talvez a minha falta de tempo atual não me permita filosofar tanto, para poder suprimir essa falta que sinto.

Falta de motivação – Aqui mora o perigo... Perigo porque nesses últimos dias minha concepção de “vida” mudou muito. Pode soar trágico, ou incomum (para algo que possa vir de mim), mas o que pude pensar sobre isso foi simples até demais. Procuro, porém não acho nada que me motive. Não consigo me animar. Não tenho nenhum “sonho”.
- “Ah, você não sonhava em ir pro Canadá?”
Sim, achava legal a idéia de poder morar em outro lugar. Porém não considero como um sonho, afinal a diferença de estar aqui ou lá seria a temperatura. Meu ponto de vista sobre essa situação não mudaria. Acho que até seria pior, pois eu estaria totalmente sozinho. Aqui eu pude contar com o apoio da minha família (principalmente da minha mãe). Claro que muita parte foi por ter internet e poder conversar com “psicólogos de plantão” no MSN.
Mas falando assustadoramente de uma forma bem direta. Falta de perspectiva, falta de motivação são perigosas, pois pra que eu ficar me sacrificando tanto? Para que me desgastar tanto? Não digo que estou passando por uma barra pior do que a dos outros. Mas psicologicamente, estou desgastado.
Se o que estou fazendo teoricamente é fácil. Não há nada de tão complicado e mesmo assim estou passando o sufoco que estou, qual seria minha perspectiva? Pra que ficar protelando?
Vendo a “vida” como um objeto, era simplesmente “virar a chave” e desligar tudo. Sinceramente? Não sei se é pelo momento, mas estou vendo a vida como um objeto. Não estou “triste” ou “deprimido”, mas posso falar que se não fosse pelo fato de ter parentes e me preocupar com eles, acho que já teria me matado.

“Oh meu deus, que drama” – É, de certa forma parece mesmo um exagero. Mas acho que vai de cada um. Como cada um enxerga as coisas. Não vou nem entrar no mérito do “Tem gente que daria de tudo para estar ‘sofrendo’ na mesma situação que a sua”, pois eu sei que isso é verdade, porém se sempre formos analisar as coisas com esse ponto de vista, não poderemos pensar em nada. Mas não consigo ver a vida como algo “mágico”.

Simplicidade – Nunca fui alguém que sonhou alto. Que pensava em grandes coisas. No máximo minha vontade de morar no exterior ou coisa parecida, mas, fora isso, nunca tive um grande “sonho. Uma “meta de vida”. Atualmente estou trabalhando em um emprego um tanto quanto bipolar. Uma hora está tudo perfeito, outra hora está tudo um lixo. Uma hora você está de parabéns, outra hora não. É estresse quase todo o dia e mesmo você se sacrificando, é capaz de ouvir alguma besteira.
Queria poder viver de alguma forma simples. Se falassem que dava pra sobreviver de fotossíntese era isso que eu iria fazer. Minha “meta de vida” - se é que pode se chamar disso – , desde que estava no 3° colegial, era simplesmente ter um emprego legal, o meu carro dos sonhos (Eclipse) e uma garota legal. Pronto. Não almejo a presidência de uma grande organização. De ser um símbolo mundial. Ganhar o Nobel da paz. Tendo essas coisas e me relacionando bem com meus amigos, não preciso de mais nada.
Acontece que, voltando para o mundo real, você tem que se preocupar em sobreviver. Se preocupar em fazer sua aposentadoria, que será algo que você vai passar toda sua “juventude” batalhando, para que você possa “curtir a vida” quando já estiver velho. Se preocupar com seu emprego, afinal o mundo vive em crise e o mercado de trabalho é extremamente competitivo.
Pensando nisso, me veio o filme “Carros”, da Pixar, na cabeça.

Mimado – Acho que tudo isso que escrevi, é a descrição de uma pessoa mimada. Por mais que eu saiba o valor do dinheiro, nunca tive que ajudar a pagar as contas de casa. Nunca tive que pagar minhas próprias contas. Nunca tive uma responsabilidade muito grande. Se bem que “responsabilidade” não seria tanto o meu problema, uma vez que a área que estou trabalhando exige muita, e aparentemente estou dando conta. Mas de vez em quando bate uma sensação ruim.

Resumo (ou tentativa de) – Estou escrevendo até agora, já que não tenho aula, nem trabalho para entregar na facul, porém já olhando pro relógio e vendo as horas passando e vendo que logo-logo serão 21:00 e já começarei a me “recolher”, já que tenho que acordar às 4:50, para pegar no batente às 06:00. Começar tudo novamente.
Não estou vendo graça em nada (não estou falando de “humor). Não tem nada que me motive. Nada que me anime. “Salário?” não é esse tipo de motivação que me refiro. Estou cansado. Cansado fisicamente, tentando me adaptar à nova rotina, e psicologicamente. Cansado de ficar sempre batendo nessa mesma tecla. De nunca estar bom, de todo dia tentar achar algo que me faça mudar de idéia e ver como as coisas estão boas e como vão melhorar.

Falo isso não como um “maníaco depressivo”. Não vou desligar meu computador, sair de casa, subir num prédio e pular. Ainda estou munido da racionalidade, que é “uma faca de dois gumes”. Mas sinto como se a “magia” tivesse acabado.

Acho que acabei esquecendo de algumas coisas que queria falar nesse post, então acho que terei que completar em algum outro dia.

Digitei no Word e tem algumas coisas que ele “corrige” por vontade própria e você nem percebe. Não estou com saco para revisar todo o texto

Para não deixar o outro post sem um fechamento. Sim, minha avó já faleceu e não, não foi em Julho. Foi em junho mesmo..


Hasta..

sexta-feira, 13 de junho de 2008

"Forçado" a postar

É, resolvi postar. Desta vez, porém, tenho o que escrever.. apesar de que não estava animado para colocar algo aqui. Acontece que são tantas (na verdade não muitas) coisas acontecendo que achei que deveria.

Na verdade são basicamente 4 coisas.. A mais simples delas é o semestre acabando.. falta 1 prova e já era..

Os detalhes estão nas outras 3.

De um tempo pra cá percebi o quanto o mês de Julho é um mês "amaldiçoado" para mim.
Meu avô por parte de mãe, o qual mesmo sem eu ter conhecido sinto como se fosse gostar dele, como se eu soubesse como ele era, me sentir como se fosse ele, morreu 10 dias antes de eu nascer.
Meu avô por parte de pai, o qual gostava muito e sinto ainda mais falta dele por achar que agora seria o momento em que eu poderia de fato aprender muita coisa ele, por ter a maturidade e quem sabe conseguir prestar mais atenção nas lições de vida que alguém como ele poderia me oferecer, morreu 2 dias após meu aniversário. Avô esse que mesmo quando estava fraco, sem conseguir falar, fez uma cara séria e bateu palmas quando contei que havia passado na ESPM.

É inevitável não lembrar disso e não pensar nisso, quando encontro minha avó, uma pessoa muito simples, alguém que perdi muitas vezes a paciência por manias dela. Achava que as manias que eram bobas, mas quem era bobo era eu que ficava bravo com coisas tão simples. Alguém que sei que gosto muito, mas não sei se algum dia consegui deixar tão claro o quanto sinto por ela. Alguém que, apesar da idade, sempre foi forte.
Sim, ela está com uma idade avançada, porém eu nunca serei aquele a perder as esperanças. Nunca fui e nunca serei. Só não gostaria de vê-la sofrendo desta forma. Nem ela nem minha mãe, presenciando isso.

Coitada da minha avó, que está internada no hospital por uma infecção hospitalar, onde estava apresentando melhoras, mostrando reação ao tratamento, quando descobrem um ferimento no estômago, possivelmente causado pela colocação e remoção frequentes do tubo de respiração, fazendo com que ela, nesse estado delicado, tivesse que passar por uma cirurgia... Resultado? Encontra-se em coma induzido.. Não me preocupo se realmente Julho é um mês amaldiçoado.. mas alguns achavam que ela não iria passar de Junho e estamos caminhando pra Julho.. Não tem problema ser em Julho, mas não poderia ser em Julho de 2020?

Sei que são coisas da vida, que quando chega nossa hora não há muito o que fazer e que, também, essa pode nem ser a hora dela ainda. Mas é algo que fica martelando que nem o fato de eu estar a 11 dias da minha cirurgia me faz ficar animado.

Não sei se é por esse desânimo que peguei uma bronquite nessa semana que passou. Que eu fui e voltei da casa da minha avó (parte de pai) a pé, mesmo sem conseguir respirar bem e quando cheguei em casa parecia que ia sucumbir ali mesmo, na sala.. tentando falar com a minha mãe para perguntar o intervalo necessário entre cada inalação e o celular não atendia.
Agora estou melhor, depois de ir na terça-feira de noite para o Pronto-Socorro com quase 39° de temperatura e praticamente sem conseguir respirar, ficar lá por aproximadamente 4 horas após tomar 3 injeções, fazer 1 raio-x e 2 inalações, se não melhorasse tava ferrado. Acabei chegando em casa a 1 da manhã da quarta-feira. Happy valentine's day.

Não estou pra baixo ou deprê. Continuo rindo, sorrindo, fazendo piadas, me divertindo.. mas esse tipo de coisa deixa uma nuvem negra em cima da gente, fazendo com que mesmo que estejamos rindo e tudo mais, basta olhar pra cima que você se lembra.

Sei lá..

"ânimo"...

E, como disse, faltam 11 dias.. não estou nervoso. Claro, era algo pelo qual estava esperando, mas essa reta final eu me sinto indiferente.. não ao acontecimento.. mas à espera em si..

Enquanto isso continuo tomando meus remédios e fazendo minhas inalações. O ruim é a tremedeira que dá depois. Ainda estou com um pouco de dor de cabeça e a temperatura um pouco maior que o normal (não estou febril, mas quase). Foi engraçado na apresentação do projeto na facul, eu mostrando mostrando para o meu grupo como o controle remoto pra apresentação funcionava e enquanto segurava, para mostrar o controle, eu tava tremendo auhuaeuh...

É.. fui

sexta-feira, 16 de maio de 2008

O número "1".

Hoje não tenho nenhum assunto pra postar nem inspiração para criar um.
Estou postando pois há quem goste. Alguém com que não falo faz um tempinho e estou começando a desistir de mandar SMS, já que não sei quando recebe ou não já que as operadoras não conseguem sustentar um mero sistema de mensagens de texto... É irônico, pois crio raiva de um recurso tecnológico e utilizo outro como alternativa para falar não só besteiras mas o quanto eu fico "bravo" com uma outra.
Estou postando também pois acho que é minha vez de "cobrar" minha prima para que poste algo no blog dela. Se bem que lembro de ter lido que ela só postava quando estava com algum problema. Por mais que eu goste de ler e comentar o que ela põe eu prefiro que, caso ela realmente só poste quando está com algum problema, não poste nada. Afinal de contas pode ser um bom sinal.


É engraçado, que por mais que não tenha assunto e comece a escrever vejo que no final das contas escrevi bastante coisa, porém é fácil falar de nada. É possível ser lógico em um comentário sem dizer absolutamente nada, meus posts estão aí como prova. Claro que não todos, se eu só postasse lixo não me daria nem ao trabalho.

Estou numa "reta final".
1 mês para acabar minhas aulas
1 mês para, conseqüentemente, faltar apenas 1 semestre para acabar minha facul.
Dia 27 agora pode ser uma data muito significativa para mim, ou talvez me dê a data que tanto me significará algo. É engraçado... pensar que mudarei "tanto" sem mudar muita coisa (psicologicamente).

Após essa dia 27 provavelmente 1 mês de espera (pra mais).
Após 1 mês de espera 1 mês de recuperação. Onde completarei 21
To velho :/ .. não fico "triste" por isso, mas por pensar que tudo está passando muito rápido. Sempre fiz questão de que tudo passasse muito rápido, tenho a sensação de que após todo esse período tudo será diferente. Até porque não estarei almejando algo, mas sim "aproveitando".
Travei outro dia, quando fui calcular quantos anos meu gato preto tinha. Pensei "Ah, ele tem uns 8 anos" - Pausa... - "Quer dizer.. peguei ele na 7ª série, isso já faz uns...... 8 anos o.o " fiquei com essa cara uns 4 segundos.

Claro que esse mini-cronograma só acontecerá se tudo der certo. Mas sei lá, parece que algo resolveu parar de me "bloquear" e as coisas começaram a fluir bem. Tão bem que estranho.

É.. após tudo isso "Party all night until the sun comes out." ;P
Brincadeira ^^"


Projeto Canadá parado por enquanto... tenho que completar meu CV e até agora não tomei a iniciativa.. Quem sabe daqui a 1 ano eu esteja lá.


Bem, é isso aí. Idéias jogadas de forma aleatória porém com algum significado. Basta tentar interpretar (nada subliminar) para ver se faz sentido.

Blah...
:T

domingo, 11 de maio de 2008

Mensalão?

Hoje estou extremamente sem inspiração. Em um momento do dia até cheguei a ter, porém do nada ela foi embora e não deixou recado (levei um fora dela? :O !!!!)

Estava pensando se ia postar algo, porém foram certos sinais que me fizeram realmente postar. Quais?
1 - Hoje é domingo (pede caximbo), dia das mães.
2 - Hoje é domingo dia 11, ou seja.. 1 mês desde minha última postagem. (por isso o "Mensalão?" como título)
3 - Acabei de olhar para o relógio e eram 21:12. (aliás, toda vez que olho para o relógio do microondas tem algum horário bizarro)


Não tava pensando em fazer um post sobre as mães ou sobre o dia delas, seria muito clichê. Fora que não tenho muito o que falar da minha mãe, afinal de contas ela é a minha mãe, minha querida mamãe. Parafraseando Quico: "Mamãe querida!". Então seja o que for...

Assisti nessa semana, em um evento da facul, um filme chamado "Em busca da felicidade" (ou seria "À procura da felicidade"? No final do filme ninguém sabia responder, nem o google consegue) do Will Smith e parei pra pensar porque alguns filmes me afetam (esse apesar de tudo não me afetou, achei bem legal porém não me incomodou muito).

Vejo nos filmes uma oportunidade de aprendizado. Não digo de fatos históricos ou coisa do gênero, mas conseguir ter a percepção de como eu reagiria em uma determinada situação.
Já quase morri pelo menos 2 vezes e já escapei de acidentes inúmeras. Dizem que há vezes em que temos que levar um susto pra aprender alguma lição, felizmente comigo não é assim. Chego no limite do susto. Realmente levo um susto, mas sem acontecer o fato própriamente dito. Como se fosse uma segunda chance.

Pode ser um filme de ficção, como por exemplo o "Eu sou a lenda" - onde eu não vou dizer que aprendo alguma lição mas que ele me coloca numa situação realmente incômoda. Uma situação que pode até ser que nunca aconteça (não me refiro à extinção humana e um mundo controlado por zumbis/vampiros mas sim à sensação de solidão e tudo de mal que acontece) mas que é uma ferida que de vez em quando temos que mexer. - como também um filme como esse que assisti recentemente.

Esse último que vi (em busca/à procura da felicidade), acabei me identificando bastante. Claro, não cheguei ao ponto de morar na rua, mas sei um pouco o que eles passaram, mais pelo lado do filho. Consigo imaginar como que o pai se sentiu, pois me vi numa situação parecida, porém meu ponto de vista seria mais para o do filho já que esse era meu papel real.

Alguns dos que estavam vendo o filme no auditório eram pais (pais mesmo, não pai dos alunos). Até estava sentado ao lado de um amigo que já era pai. E tinha determinadas partes que você via que ele conseguia sentir a frustração do pai e pensava alto "Que foda....".
Posso dizer que sinto o que o pai sentia pois eu compreendia a dificuldade que passávamos (e de certa forma ainda passamos, mas não tanto quanto antes, é claro).

Fico pensando como seria se eu virasse pai. É estranho.. se vê tantos "Super nanny" onde os pais irresponsáveis não souberam controlar seus filhos a ponto de terem que se "sujeitar" a aparecerem em um programa de TV (existem aqueles que gostam de aparecer), mas quando eu penso no momento em que eu for cuidar do(s) meu(s) filho(s)(a(s)) não consigo imaginar ter tanto problema. Me vejo mais como um amigo. Na verdade nem me vejo muito, afinal de contas isso está bem longe de acontecer. Espero dar conta do recado.

Como disse, não estou muito inspirado.. mas pelo menos coloquei algo aqui.
Sexta-feira fui a uma consulta um tanto quanto importante. Próxima só dia 27 e talvez eu volte com um data. É, veremos.

Não tenho muito o que falar (digitar)...... Melhor parar por aqui antes que eu fale mais besteiras.

Mais uma vez não revisarei meu texto por pura questão de preguiça.

Bjos e/ou abraços.

Hasta o/