domingo, 11 de maio de 2008

Mensalão?

Hoje estou extremamente sem inspiração. Em um momento do dia até cheguei a ter, porém do nada ela foi embora e não deixou recado (levei um fora dela? :O !!!!)

Estava pensando se ia postar algo, porém foram certos sinais que me fizeram realmente postar. Quais?
1 - Hoje é domingo (pede caximbo), dia das mães.
2 - Hoje é domingo dia 11, ou seja.. 1 mês desde minha última postagem. (por isso o "Mensalão?" como título)
3 - Acabei de olhar para o relógio e eram 21:12. (aliás, toda vez que olho para o relógio do microondas tem algum horário bizarro)


Não tava pensando em fazer um post sobre as mães ou sobre o dia delas, seria muito clichê. Fora que não tenho muito o que falar da minha mãe, afinal de contas ela é a minha mãe, minha querida mamãe. Parafraseando Quico: "Mamãe querida!". Então seja o que for...

Assisti nessa semana, em um evento da facul, um filme chamado "Em busca da felicidade" (ou seria "À procura da felicidade"? No final do filme ninguém sabia responder, nem o google consegue) do Will Smith e parei pra pensar porque alguns filmes me afetam (esse apesar de tudo não me afetou, achei bem legal porém não me incomodou muito).

Vejo nos filmes uma oportunidade de aprendizado. Não digo de fatos históricos ou coisa do gênero, mas conseguir ter a percepção de como eu reagiria em uma determinada situação.
Já quase morri pelo menos 2 vezes e já escapei de acidentes inúmeras. Dizem que há vezes em que temos que levar um susto pra aprender alguma lição, felizmente comigo não é assim. Chego no limite do susto. Realmente levo um susto, mas sem acontecer o fato própriamente dito. Como se fosse uma segunda chance.

Pode ser um filme de ficção, como por exemplo o "Eu sou a lenda" - onde eu não vou dizer que aprendo alguma lição mas que ele me coloca numa situação realmente incômoda. Uma situação que pode até ser que nunca aconteça (não me refiro à extinção humana e um mundo controlado por zumbis/vampiros mas sim à sensação de solidão e tudo de mal que acontece) mas que é uma ferida que de vez em quando temos que mexer. - como também um filme como esse que assisti recentemente.

Esse último que vi (em busca/à procura da felicidade), acabei me identificando bastante. Claro, não cheguei ao ponto de morar na rua, mas sei um pouco o que eles passaram, mais pelo lado do filho. Consigo imaginar como que o pai se sentiu, pois me vi numa situação parecida, porém meu ponto de vista seria mais para o do filho já que esse era meu papel real.

Alguns dos que estavam vendo o filme no auditório eram pais (pais mesmo, não pai dos alunos). Até estava sentado ao lado de um amigo que já era pai. E tinha determinadas partes que você via que ele conseguia sentir a frustração do pai e pensava alto "Que foda....".
Posso dizer que sinto o que o pai sentia pois eu compreendia a dificuldade que passávamos (e de certa forma ainda passamos, mas não tanto quanto antes, é claro).

Fico pensando como seria se eu virasse pai. É estranho.. se vê tantos "Super nanny" onde os pais irresponsáveis não souberam controlar seus filhos a ponto de terem que se "sujeitar" a aparecerem em um programa de TV (existem aqueles que gostam de aparecer), mas quando eu penso no momento em que eu for cuidar do(s) meu(s) filho(s)(a(s)) não consigo imaginar ter tanto problema. Me vejo mais como um amigo. Na verdade nem me vejo muito, afinal de contas isso está bem longe de acontecer. Espero dar conta do recado.

Como disse, não estou muito inspirado.. mas pelo menos coloquei algo aqui.
Sexta-feira fui a uma consulta um tanto quanto importante. Próxima só dia 27 e talvez eu volte com um data. É, veremos.

Não tenho muito o que falar (digitar)...... Melhor parar por aqui antes que eu fale mais besteiras.

Mais uma vez não revisarei meu texto por pura questão de preguiça.

Bjos e/ou abraços.

Hasta o/

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