É, resolvi postar. Desta vez, porém, tenho o que escrever.. apesar de que não estava animado para colocar algo aqui. Acontece que são tantas (na verdade não muitas) coisas acontecendo que achei que deveria.
Na verdade são basicamente 4 coisas.. A mais simples delas é o semestre acabando.. falta 1 prova e já era..
Os detalhes estão nas outras 3.
De um tempo pra cá percebi o quanto o mês de Julho é um mês "amaldiçoado" para mim.
Meu avô por parte de mãe, o qual mesmo sem eu ter conhecido sinto como se fosse gostar dele, como se eu soubesse como ele era, me sentir como se fosse ele, morreu 10 dias antes de eu nascer.
Meu avô por parte de pai, o qual gostava muito e sinto ainda mais falta dele por achar que agora seria o momento em que eu poderia de fato aprender muita coisa ele, por ter a maturidade e quem sabe conseguir prestar mais atenção nas lições de vida que alguém como ele poderia me oferecer, morreu 2 dias após meu aniversário. Avô esse que mesmo quando estava fraco, sem conseguir falar, fez uma cara séria e bateu palmas quando contei que havia passado na ESPM.
É inevitável não lembrar disso e não pensar nisso, quando encontro minha avó, uma pessoa muito simples, alguém que perdi muitas vezes a paciência por manias dela. Achava que as manias que eram bobas, mas quem era bobo era eu que ficava bravo com coisas tão simples. Alguém que sei que gosto muito, mas não sei se algum dia consegui deixar tão claro o quanto sinto por ela. Alguém que, apesar da idade, sempre foi forte.
Sim, ela está com uma idade avançada, porém eu nunca serei aquele a perder as esperanças. Nunca fui e nunca serei. Só não gostaria de vê-la sofrendo desta forma. Nem ela nem minha mãe, presenciando isso.
Coitada da minha avó, que está internada no hospital por uma infecção hospitalar, onde estava apresentando melhoras, mostrando reação ao tratamento, quando descobrem um ferimento no estômago, possivelmente causado pela colocação e remoção frequentes do tubo de respiração, fazendo com que ela, nesse estado delicado, tivesse que passar por uma cirurgia... Resultado? Encontra-se em coma induzido.. Não me preocupo se realmente Julho é um mês amaldiçoado.. mas alguns achavam que ela não iria passar de Junho e estamos caminhando pra Julho.. Não tem problema ser em Julho, mas não poderia ser em Julho de 2020?
Sei que são coisas da vida, que quando chega nossa hora não há muito o que fazer e que, também, essa pode nem ser a hora dela ainda. Mas é algo que fica martelando que nem o fato de eu estar a 11 dias da minha cirurgia me faz ficar animado.
Não sei se é por esse desânimo que peguei uma bronquite nessa semana que passou. Que eu fui e voltei da casa da minha avó (parte de pai) a pé, mesmo sem conseguir respirar bem e quando cheguei em casa parecia que ia sucumbir ali mesmo, na sala.. tentando falar com a minha mãe para perguntar o intervalo necessário entre cada inalação e o celular não atendia.
Agora estou melhor, depois de ir na terça-feira de noite para o Pronto-Socorro com quase 39° de temperatura e praticamente sem conseguir respirar, ficar lá por aproximadamente 4 horas após tomar 3 injeções, fazer 1 raio-x e 2 inalações, se não melhorasse tava ferrado. Acabei chegando em casa a 1 da manhã da quarta-feira. Happy valentine's day.
Não estou pra baixo ou deprê. Continuo rindo, sorrindo, fazendo piadas, me divertindo.. mas esse tipo de coisa deixa uma nuvem negra em cima da gente, fazendo com que mesmo que estejamos rindo e tudo mais, basta olhar pra cima que você se lembra.
Sei lá..
"ânimo"...
E, como disse, faltam 11 dias.. não estou nervoso. Claro, era algo pelo qual estava esperando, mas essa reta final eu me sinto indiferente.. não ao acontecimento.. mas à espera em si..
Enquanto isso continuo tomando meus remédios e fazendo minhas inalações. O ruim é a tremedeira que dá depois. Ainda estou com um pouco de dor de cabeça e a temperatura um pouco maior que o normal (não estou febril, mas quase). Foi engraçado na apresentação do projeto na facul, eu mostrando mostrando para o meu grupo como o controle remoto pra apresentação funcionava e enquanto segurava, para mostrar o controle, eu tava tremendo auhuaeuh...
É.. fui
sexta-feira, 13 de junho de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
O número "1".
Hoje não tenho nenhum assunto pra postar nem inspiração para criar um.
Estou postando pois há quem goste. Alguém com que não falo faz um tempinho e estou começando a desistir de mandar SMS, já que não sei quando recebe ou não já que as operadoras não conseguem sustentar um mero sistema de mensagens de texto... É irônico, pois crio raiva de um recurso tecnológico e utilizo outro como alternativa para falar não só besteiras mas o quanto eu fico "bravo" com uma outra.
Estou postando também pois acho que é minha vez de "cobrar" minha prima para que poste algo no blog dela. Se bem que lembro de ter lido que ela só postava quando estava com algum problema. Por mais que eu goste de ler e comentar o que ela põe eu prefiro que, caso ela realmente só poste quando está com algum problema, não poste nada. Afinal de contas pode ser um bom sinal.
É engraçado, que por mais que não tenha assunto e comece a escrever vejo que no final das contas escrevi bastante coisa, porém é fácil falar de nada. É possível ser lógico em um comentário sem dizer absolutamente nada, meus posts estão aí como prova. Claro que não todos, se eu só postasse lixo não me daria nem ao trabalho.
Estou numa "reta final".
1 mês para acabar minhas aulas
1 mês para, conseqüentemente, faltar apenas 1 semestre para acabar minha facul.
Dia 27 agora pode ser uma data muito significativa para mim, ou talvez me dê a data que tanto me significará algo. É engraçado... pensar que mudarei "tanto" sem mudar muita coisa (psicologicamente).
Após essa dia 27 provavelmente 1 mês de espera (pra mais).
Após 1 mês de espera 1 mês de recuperação. Onde completarei 21
To velho :/ .. não fico "triste" por isso, mas por pensar que tudo está passando muito rápido. Sempre fiz questão de que tudo passasse muito rápido, tenho a sensação de que após todo esse período tudo será diferente. Até porque não estarei almejando algo, mas sim "aproveitando".
Travei outro dia, quando fui calcular quantos anos meu gato preto tinha. Pensei "Ah, ele tem uns 8 anos" - Pausa... - "Quer dizer.. peguei ele na 7ª série, isso já faz uns...... 8 anos o.o " fiquei com essa cara uns 4 segundos.
Claro que esse mini-cronograma só acontecerá se tudo der certo. Mas sei lá, parece que algo resolveu parar de me "bloquear" e as coisas começaram a fluir bem. Tão bem que estranho.
É.. após tudo isso "Party all night until the sun comes out." ;P
Brincadeira ^^"
Projeto Canadá parado por enquanto... tenho que completar meu CV e até agora não tomei a iniciativa.. Quem sabe daqui a 1 ano eu esteja lá.
Bem, é isso aí. Idéias jogadas de forma aleatória porém com algum significado. Basta tentar interpretar (nada subliminar) para ver se faz sentido.
Blah...
:T
Estou postando pois há quem goste. Alguém com que não falo faz um tempinho e estou começando a desistir de mandar SMS, já que não sei quando recebe ou não já que as operadoras não conseguem sustentar um mero sistema de mensagens de texto... É irônico, pois crio raiva de um recurso tecnológico e utilizo outro como alternativa para falar não só besteiras mas o quanto eu fico "bravo" com uma outra.
Estou postando também pois acho que é minha vez de "cobrar" minha prima para que poste algo no blog dela. Se bem que lembro de ter lido que ela só postava quando estava com algum problema. Por mais que eu goste de ler e comentar o que ela põe eu prefiro que, caso ela realmente só poste quando está com algum problema, não poste nada. Afinal de contas pode ser um bom sinal.
É engraçado, que por mais que não tenha assunto e comece a escrever vejo que no final das contas escrevi bastante coisa, porém é fácil falar de nada. É possível ser lógico em um comentário sem dizer absolutamente nada, meus posts estão aí como prova. Claro que não todos, se eu só postasse lixo não me daria nem ao trabalho.
Estou numa "reta final".
1 mês para acabar minhas aulas
1 mês para, conseqüentemente, faltar apenas 1 semestre para acabar minha facul.
Dia 27 agora pode ser uma data muito significativa para mim, ou talvez me dê a data que tanto me significará algo. É engraçado... pensar que mudarei "tanto" sem mudar muita coisa (psicologicamente).
Após essa dia 27 provavelmente 1 mês de espera (pra mais).
Após 1 mês de espera 1 mês de recuperação. Onde completarei 21
To velho :/ .. não fico "triste" por isso, mas por pensar que tudo está passando muito rápido. Sempre fiz questão de que tudo passasse muito rápido, tenho a sensação de que após todo esse período tudo será diferente. Até porque não estarei almejando algo, mas sim "aproveitando".
Travei outro dia, quando fui calcular quantos anos meu gato preto tinha. Pensei "Ah, ele tem uns 8 anos" - Pausa... - "Quer dizer.. peguei ele na 7ª série, isso já faz uns...... 8 anos o.o " fiquei com essa cara uns 4 segundos.
Claro que esse mini-cronograma só acontecerá se tudo der certo. Mas sei lá, parece que algo resolveu parar de me "bloquear" e as coisas começaram a fluir bem. Tão bem que estranho.
É.. após tudo isso "Party all night until the sun comes out." ;P
Brincadeira ^^"
Projeto Canadá parado por enquanto... tenho que completar meu CV e até agora não tomei a iniciativa.. Quem sabe daqui a 1 ano eu esteja lá.
Bem, é isso aí. Idéias jogadas de forma aleatória porém com algum significado. Basta tentar interpretar (nada subliminar) para ver se faz sentido.
Blah...
:T
domingo, 11 de maio de 2008
Mensalão?
Hoje estou extremamente sem inspiração. Em um momento do dia até cheguei a ter, porém do nada ela foi embora e não deixou recado (levei um fora dela? :O !!!!)
Estava pensando se ia postar algo, porém foram certos sinais que me fizeram realmente postar. Quais?
1 - Hoje é domingo (pede caximbo), dia das mães.
2 - Hoje é domingo dia 11, ou seja.. 1 mês desde minha última postagem. (por isso o "Mensalão?" como título)
3 - Acabei de olhar para o relógio e eram 21:12. (aliás, toda vez que olho para o relógio do microondas tem algum horário bizarro)
Não tava pensando em fazer um post sobre as mães ou sobre o dia delas, seria muito clichê. Fora que não tenho muito o que falar da minha mãe, afinal de contas ela é a minha mãe, minha querida mamãe. Parafraseando Quico: "Mamãe querida!". Então seja o que for...
Assisti nessa semana, em um evento da facul, um filme chamado "Em busca da felicidade" (ou seria "À procura da felicidade"? No final do filme ninguém sabia responder, nem o google consegue) do Will Smith e parei pra pensar porque alguns filmes me afetam (esse apesar de tudo não me afetou, achei bem legal porém não me incomodou muito).
Vejo nos filmes uma oportunidade de aprendizado. Não digo de fatos históricos ou coisa do gênero, mas conseguir ter a percepção de como eu reagiria em uma determinada situação.
Já quase morri pelo menos 2 vezes e já escapei de acidentes inúmeras. Dizem que há vezes em que temos que levar um susto pra aprender alguma lição, felizmente comigo não é assim. Chego no limite do susto. Realmente levo um susto, mas sem acontecer o fato própriamente dito. Como se fosse uma segunda chance.
Pode ser um filme de ficção, como por exemplo o "Eu sou a lenda" - onde eu não vou dizer que aprendo alguma lição mas que ele me coloca numa situação realmente incômoda. Uma situação que pode até ser que nunca aconteça (não me refiro à extinção humana e um mundo controlado por zumbis/vampiros mas sim à sensação de solidão e tudo de mal que acontece) mas que é uma ferida que de vez em quando temos que mexer. - como também um filme como esse que assisti recentemente.
Esse último que vi (em busca/à procura da felicidade), acabei me identificando bastante. Claro, não cheguei ao ponto de morar na rua, mas sei um pouco o que eles passaram, mais pelo lado do filho. Consigo imaginar como que o pai se sentiu, pois me vi numa situação parecida, porém meu ponto de vista seria mais para o do filho já que esse era meu papel real.
Alguns dos que estavam vendo o filme no auditório eram pais (pais mesmo, não pai dos alunos). Até estava sentado ao lado de um amigo que já era pai. E tinha determinadas partes que você via que ele conseguia sentir a frustração do pai e pensava alto "Que foda....".
Posso dizer que sinto o que o pai sentia pois eu compreendia a dificuldade que passávamos (e de certa forma ainda passamos, mas não tanto quanto antes, é claro).
Fico pensando como seria se eu virasse pai. É estranho.. se vê tantos "Super nanny" onde os pais irresponsáveis não souberam controlar seus filhos a ponto de terem que se "sujeitar" a aparecerem em um programa de TV (existem aqueles que gostam de aparecer), mas quando eu penso no momento em que eu for cuidar do(s) meu(s) filho(s)(a(s)) não consigo imaginar ter tanto problema. Me vejo mais como um amigo. Na verdade nem me vejo muito, afinal de contas isso está bem longe de acontecer. Espero dar conta do recado.
Como disse, não estou muito inspirado.. mas pelo menos coloquei algo aqui.
Sexta-feira fui a uma consulta um tanto quanto importante. Próxima só dia 27 e talvez eu volte com um data. É, veremos.
Não tenho muito o que falar (digitar)...... Melhor parar por aqui antes que eu falemais besteiras.
Mais uma vez não revisarei meu texto por pura questão de preguiça.
Bjos e/ou abraços.
Hasta o/
Estava pensando se ia postar algo, porém foram certos sinais que me fizeram realmente postar. Quais?
1 - Hoje é domingo (pede caximbo), dia das mães.
2 - Hoje é domingo dia 11, ou seja.. 1 mês desde minha última postagem. (por isso o "Mensalão?" como título)
3 - Acabei de olhar para o relógio e eram 21:12. (aliás, toda vez que olho para o relógio do microondas tem algum horário bizarro)
Não tava pensando em fazer um post sobre as mães ou sobre o dia delas, seria muito clichê. Fora que não tenho muito o que falar da minha mãe, afinal de contas ela é a minha mãe, minha querida mamãe. Parafraseando Quico: "Mamãe querida!". Então seja o que for...
Assisti nessa semana, em um evento da facul, um filme chamado "Em busca da felicidade" (ou seria "À procura da felicidade"? No final do filme ninguém sabia responder, nem o google consegue) do Will Smith e parei pra pensar porque alguns filmes me afetam (esse apesar de tudo não me afetou, achei bem legal porém não me incomodou muito).
Vejo nos filmes uma oportunidade de aprendizado. Não digo de fatos históricos ou coisa do gênero, mas conseguir ter a percepção de como eu reagiria em uma determinada situação.
Já quase morri pelo menos 2 vezes e já escapei de acidentes inúmeras. Dizem que há vezes em que temos que levar um susto pra aprender alguma lição, felizmente comigo não é assim. Chego no limite do susto. Realmente levo um susto, mas sem acontecer o fato própriamente dito. Como se fosse uma segunda chance.
Pode ser um filme de ficção, como por exemplo o "Eu sou a lenda" - onde eu não vou dizer que aprendo alguma lição mas que ele me coloca numa situação realmente incômoda. Uma situação que pode até ser que nunca aconteça (não me refiro à extinção humana e um mundo controlado por zumbis/vampiros mas sim à sensação de solidão e tudo de mal que acontece) mas que é uma ferida que de vez em quando temos que mexer. - como também um filme como esse que assisti recentemente.
Esse último que vi (em busca/à procura da felicidade), acabei me identificando bastante. Claro, não cheguei ao ponto de morar na rua, mas sei um pouco o que eles passaram, mais pelo lado do filho. Consigo imaginar como que o pai se sentiu, pois me vi numa situação parecida, porém meu ponto de vista seria mais para o do filho já que esse era meu papel real.
Alguns dos que estavam vendo o filme no auditório eram pais (pais mesmo, não pai dos alunos). Até estava sentado ao lado de um amigo que já era pai. E tinha determinadas partes que você via que ele conseguia sentir a frustração do pai e pensava alto "Que foda....".
Posso dizer que sinto o que o pai sentia pois eu compreendia a dificuldade que passávamos (e de certa forma ainda passamos, mas não tanto quanto antes, é claro).
Fico pensando como seria se eu virasse pai. É estranho.. se vê tantos "Super nanny" onde os pais irresponsáveis não souberam controlar seus filhos a ponto de terem que se "sujeitar" a aparecerem em um programa de TV (existem aqueles que gostam de aparecer), mas quando eu penso no momento em que eu for cuidar do(s) meu(s) filho(s)(a(s)) não consigo imaginar ter tanto problema. Me vejo mais como um amigo. Na verdade nem me vejo muito, afinal de contas isso está bem longe de acontecer. Espero dar conta do recado.
Como disse, não estou muito inspirado.. mas pelo menos coloquei algo aqui.
Sexta-feira fui a uma consulta um tanto quanto importante. Próxima só dia 27 e talvez eu volte com um data. É, veremos.
Não tenho muito o que falar (digitar)...... Melhor parar por aqui antes que eu fale
Mais uma vez não revisarei meu texto por pura questão de preguiça.
Bjos e/ou abraços.
Hasta o/
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Mês novo baboseira nova.
Aparentemente as coisas deram uma acalmada. Fiquei devendo um post "até domingo", mas infelizmente acabei esquecendo.
Esse semestre está um tanto quanto tenso. Mais especificamente em relação à faculdade. Algumas pendências para resolver, alguns trabalhos para entregar. Resumindo... tudo normal.
Preciso atualizar meu currículo para poder enviar para uma conhecida que está me ajudando na operação "Sair do Brasil".
Não sei por que, mas me sinto mais comunicativo.. não em palavras, já que minha falta de inspiração está mais do que evidente. Sinto que algo está mudando em mim mas não saberia dizer. Me sentindo mais responsável, mais maduro, sei lá...
Algo que gosto na faculdade é que nos trabalhos em grupo (como costumo fazer sempre com o mesmo) minha opinião tem valor. Claro que de forma igual em relação a todos os membros, mas é engraçado estar em um grupo onde eu sou o mais novo mas minha opinião é levada com seriedade. Não só nos trabalhos, mas nas discussões fora do âmbito acadêmico. Mas sempre com as mesmas pessoas.
Claro que não vou falar que fora da faculdade minha opinião não tem valor. Há pessoas que dão valor para o que eu digo. Mas fora essas excessões, muitas vezes dou minha opinião e parece ela que não é levada tão a sério. Tantas vezes que chego até me questionar, afinal de contas se é algo freqüente então devo falar apenas besteira.
Costumo ser aquela pessoa mais brincalhona, que faz piadas e tudo mais, talvez isso reduza minha "credibilidade"... se bem que na faculdade sou quem sou, mas mesmo assim tenho importância. É engraçado, pois se tento convencer os outros (na faculdade) que aquilo que penso está certo, estou apenas debatendo e expondo minha opnião.. Agora se tento fazer isso fora de lá, sou taxado de "Querer estar sempre com a razão.".
Ok, aprendi a abrir mão quando vejo que mesmo eu tendo certeza de o que estou falando está correto a discussão não acrescentaria nada além de conflito. Só que pensando melhor isso me deixa p#%o, porque há uma diferença entre "querer ter a razão" e "ter a razão". Quando vejo que estou errado eu sei admitir, porém as outras pessoas não tem a mesma capacidade e quem acaba rotulado sou eu.
Paciência ^^ .
Hmm.. se eu ignoro esses atos de ignorância eu me torno um ignorante? Acho que não, já que o ignorante não chega a pensar a respeito, simplesmente ignora de uma forma automática. Estou ignorando conscientemente.
Chega de falar besteiras.. vamos ver se alguma centelha de inspiração surge perante a minha pessoa (e quem sabe um pouco de boa vontade para verificar a coesão dos meus textos e rever os erros de português aqui cometidos)
Hasta o/
Esse semestre está um tanto quanto tenso. Mais especificamente em relação à faculdade. Algumas pendências para resolver, alguns trabalhos para entregar. Resumindo... tudo normal.
Preciso atualizar meu currículo para poder enviar para uma conhecida que está me ajudando na operação "Sair do Brasil".
Não sei por que, mas me sinto mais comunicativo.. não em palavras, já que minha falta de inspiração está mais do que evidente. Sinto que algo está mudando em mim mas não saberia dizer. Me sentindo mais responsável, mais maduro, sei lá...
Algo que gosto na faculdade é que nos trabalhos em grupo (como costumo fazer sempre com o mesmo) minha opinião tem valor. Claro que de forma igual em relação a todos os membros, mas é engraçado estar em um grupo onde eu sou o mais novo mas minha opinião é levada com seriedade. Não só nos trabalhos, mas nas discussões fora do âmbito acadêmico. Mas sempre com as mesmas pessoas.
Claro que não vou falar que fora da faculdade minha opinião não tem valor. Há pessoas que dão valor para o que eu digo. Mas fora essas excessões, muitas vezes dou minha opinião e parece ela que não é levada tão a sério. Tantas vezes que chego até me questionar, afinal de contas se é algo freqüente então devo falar apenas besteira.
Costumo ser aquela pessoa mais brincalhona, que faz piadas e tudo mais, talvez isso reduza minha "credibilidade"... se bem que na faculdade sou quem sou, mas mesmo assim tenho importância. É engraçado, pois se tento convencer os outros (na faculdade) que aquilo que penso está certo, estou apenas debatendo e expondo minha opnião.. Agora se tento fazer isso fora de lá, sou taxado de "Querer estar sempre com a razão.".
Ok, aprendi a abrir mão quando vejo que mesmo eu tendo certeza de o que estou falando está correto a discussão não acrescentaria nada além de conflito. Só que pensando melhor isso me deixa p#%o, porque há uma diferença entre "querer ter a razão" e "ter a razão". Quando vejo que estou errado eu sei admitir, porém as outras pessoas não tem a mesma capacidade e quem acaba rotulado sou eu.
Paciência ^^ .
Hmm.. se eu ignoro esses atos de ignorância eu me torno um ignorante? Acho que não, já que o ignorante não chega a pensar a respeito, simplesmente ignora de uma forma automática. Estou ignorando conscientemente.
Chega de falar besteiras.. vamos ver se alguma centelha de inspiração surge perante a minha pessoa (e quem sabe um pouco de boa vontade para verificar a coesão dos meus textos e rever os erros de português aqui cometidos)
Hasta o/
quinta-feira, 20 de março de 2008
Atendendo a pedidos (indiretos)
Após um bom tempo protelando a postagem de novas coisas no blog, não exatamente por desânimo ou falta do que postar (muito pelo contrário até), acabou-se acumulando diversos assuntos a serem tratados. Isso somado, é claro, a uma forte demanda popular (yeah, i'm talking about you =P).
Começo de faculdade. Todas as matérias estão um porre. Não pelos professores, parece que todos entendem do que estão falando, mas há alguns que simplesmente não sabem manter os alunos acordados. Por causa disso posso dizer que este será um longo e árduo semestre. E digo "começo" pois minhas aulas irão até a primeira semana de Julho e recomeçam na última semana de Julho.
Primeira vez que "comemorarei" meu aniversário durante as aulas.
Sobre os assuntos.. na verdade não são muitos, foi só pra causar um impacto mesmo.
Talvez a grande "novidade" seria a de que estou pensando em ir para o Canadá.
Desde que tinha uns 10 anos eu já pensava em poder morar fora.
Meu sonho sempre tinha sido morar nos Estados Unidos. Porém o tempo foi passando e meu gosto foi mudando e comecei a pensar no fato de poder morar na Inglaterra, por eu ter direito à cidadania italiana.
Fiquei um tempo sem pensar no assunto, achando que era algo, de certa forma, fantasioso mas de vez em quando esse assunto voltava a rondar meus pensamentos.
Final do ano passado e começo deste pensei na possibilidade (novamente). Só que desta vez minha prima (que não vou de chamar de "querida prima" pois ela me chamou de "o chato do meu primo caio") soltou uma idéia que ficou na minha cabeça. "Ir para o Canadá".
Na época nem considerei muito a idéia pois ela tinha vindo da minha prima (uahehua brincadeira, eu tinha esquecido mesmo) e fiquei (nooovamente) sem pensar no assunto. Chegou um dia que dei um "xeque-mate" e achei melhor de uma vez por todas ver quais eram minhas reais alternativas. Comecei a procurar de que forma eu poderia obter cidadania (se não a italiana talvez húngara ou até mesmo letã) até que lembrei do que minha prima havia dito sobre o Canadá, e ao comentar isso meu irmão lembrou de ter um amigo que havia se mudado para lá.
Logo depois ele entrou em contato com o amigo que disse que era uma excelente idéia. Desde então comecei a buscar informações (não por ele ter mais "credibilidade" do que minha prima, mas pelo fato de ele ter vivenciado isso e morar lá).
Penso seriamente em ir para o Canadá, mas acontece que as coisas estão se tornando fáceis demais pra ser verdade. Do nada um amigo da família tem um parente no Canadá que poderia me ajudar a ir pra lá. Meu pai lembra de um amigo dele que trabalha lá.
Tudo conspirando a favor. Não estou acostumado com isso.
Agora escrevendo consigo lembrar o porque sempre costumava esquecer do assunto.
Sou muito ligado ao meu passado (amigos e família). Quando pensava no assunto parava por estar muito distante a possibilidade de isso acontecer. Quando meu avô faleceu percebi como eu gostaria de estar por aqui e como eu ficaria mal em estar em outro lugar e simplesmente receber a má notícia.
A experiência que tive em ter mudado de colégio, onde a falta de contato apagou o grande laço que tinha com meus amigos. Pensar que isso poderia novamente acontecer. Deixar de ser o "Oz que vai na sinuca com a gente e fala um monte de besteira" para ser o "Lembra do Oz, que saía com a gente e falava um monte de besteira."
Me mudar e perder vários acontecimentos. Tem uma propaganda da Ford que mostra bem (em um trecho) isso.
Sei que ir para o Canadá não significa que viverei em exílio, que não poderei voltar para visitar. De repente pode não dar certo e eu não ficar nem 6 meses da mesma forma que pode dar certo e eu ficar lá definitivamente. Mas eu tenho um certo trauma disso. Trauma e raiva, pois o que aconteceu comigo em relação ao meu "colégio antigo" (chamo de "antigo" por costume, já que não estou mais no "colégio") foi 70% de culpa minha, e indo para o Canadá o fator distância seria esses 70% que eu tive antes e que agora não poderia modificar. Ou seja, não seria uma simples questão de aprendizado que faria com que isso não repetisse, antes eu podia encontrá-los mais facilmente, "agora" a distância não permitiria isso.
Disse que as coisas estão conspirando a favor.. tão a favor que minha "previsão utópica" (de ir no começo do ano que vem) está se mostrando não tão impossível.
Talvez eu volte a falar novamente do assunto no próximo post. Acho que por enquanto tá bom.
Estou desenferrujando um pouco minha "capacidade de elaborar tópicos grandes" por isso é melhor não reparar erros gramaticais e falta de coesão.
Vou tentar postar algo até domingo.
Beijos e abraços.
Começo de faculdade. Todas as matérias estão um porre. Não pelos professores, parece que todos entendem do que estão falando, mas há alguns que simplesmente não sabem manter os alunos acordados. Por causa disso posso dizer que este será um longo e árduo semestre. E digo "começo" pois minhas aulas irão até a primeira semana de Julho e recomeçam na última semana de Julho.
Primeira vez que "comemorarei" meu aniversário durante as aulas.
Sobre os assuntos.. na verdade não são muitos, foi só pra causar um impacto mesmo.
Talvez a grande "novidade" seria a de que estou pensando em ir para o Canadá.
Desde que tinha uns 10 anos eu já pensava em poder morar fora.
Meu sonho sempre tinha sido morar nos Estados Unidos. Porém o tempo foi passando e meu gosto foi mudando e comecei a pensar no fato de poder morar na Inglaterra, por eu ter direito à cidadania italiana.
Fiquei um tempo sem pensar no assunto, achando que era algo, de certa forma, fantasioso mas de vez em quando esse assunto voltava a rondar meus pensamentos.
Final do ano passado e começo deste pensei na possibilidade (novamente). Só que desta vez minha prima (que não vou de chamar de "querida prima" pois ela me chamou de "o chato do meu primo caio") soltou uma idéia que ficou na minha cabeça. "Ir para o Canadá".
Na época nem considerei muito a idéia pois ela tinha vindo da minha prima (uahehua brincadeira, eu tinha esquecido mesmo) e fiquei (nooovamente) sem pensar no assunto. Chegou um dia que dei um "xeque-mate" e achei melhor de uma vez por todas ver quais eram minhas reais alternativas. Comecei a procurar de que forma eu poderia obter cidadania (se não a italiana talvez húngara ou até mesmo letã) até que lembrei do que minha prima havia dito sobre o Canadá, e ao comentar isso meu irmão lembrou de ter um amigo que havia se mudado para lá.
Logo depois ele entrou em contato com o amigo que disse que era uma excelente idéia. Desde então comecei a buscar informações (não por ele ter mais "credibilidade" do que minha prima, mas pelo fato de ele ter vivenciado isso e morar lá).
Penso seriamente em ir para o Canadá, mas acontece que as coisas estão se tornando fáceis demais pra ser verdade. Do nada um amigo da família tem um parente no Canadá que poderia me ajudar a ir pra lá. Meu pai lembra de um amigo dele que trabalha lá.
Tudo conspirando a favor. Não estou acostumado com isso.
Agora escrevendo consigo lembrar o porque sempre costumava esquecer do assunto.
Sou muito ligado ao meu passado (amigos e família). Quando pensava no assunto parava por estar muito distante a possibilidade de isso acontecer. Quando meu avô faleceu percebi como eu gostaria de estar por aqui e como eu ficaria mal em estar em outro lugar e simplesmente receber a má notícia.
A experiência que tive em ter mudado de colégio, onde a falta de contato apagou o grande laço que tinha com meus amigos. Pensar que isso poderia novamente acontecer. Deixar de ser o "Oz que vai na sinuca com a gente e fala um monte de besteira" para ser o "Lembra do Oz, que saía com a gente e falava um monte de besteira."
Me mudar e perder vários acontecimentos. Tem uma propaganda da Ford que mostra bem (em um trecho) isso.
Sei que ir para o Canadá não significa que viverei em exílio, que não poderei voltar para visitar. De repente pode não dar certo e eu não ficar nem 6 meses da mesma forma que pode dar certo e eu ficar lá definitivamente. Mas eu tenho um certo trauma disso. Trauma e raiva, pois o que aconteceu comigo em relação ao meu "colégio antigo" (chamo de "antigo" por costume, já que não estou mais no "colégio") foi 70% de culpa minha, e indo para o Canadá o fator distância seria esses 70% que eu tive antes e que agora não poderia modificar. Ou seja, não seria uma simples questão de aprendizado que faria com que isso não repetisse, antes eu podia encontrá-los mais facilmente, "agora" a distância não permitiria isso.
Disse que as coisas estão conspirando a favor.. tão a favor que minha "previsão utópica" (de ir no começo do ano que vem) está se mostrando não tão impossível.
Talvez eu volte a falar novamente do assunto no próximo post. Acho que por enquanto tá bom.
Estou desenferrujando um pouco minha "capacidade de elaborar tópicos grandes" por isso é melhor não reparar erros gramaticais e falta de coesão.
Vou tentar postar algo até domingo.
Beijos e abraços.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
=)
Sei que criei meu blog para colocar coisas especificamente minhas. Coisas que penso, coisas que lembro, coisas que sinto. Mas por causa de uma data que se aproxima resolvi abrir uma "exceção".
"Que 'exceção'?" você deve se perguntar, ainda mais porque coloquei "?" no final então só poderia ser uma pergunta. E ninguém acessa isso aqui, então não tem ninguém para "se perguntar".
Não é bem uma exceção pois faz parte da minha vida, pelo menos há aproximadamente 1 ano e meio. Foi quando conheci minha prima Tate. Prima essa que um belo dia (acho que 1 ou 2 após meu aniversário) apareceu no meu orkut, aparentemente curiosa para saber quem eu era (sim, primo de 4° grau, mas acho que ela queria saber o quão louco o primo era).
Desde então começamos a conversar bastante. E com o tempo fomos nos conhecendo melhor (coitada dela).
Por causa disso queria colocar aqui alguns fatos, que ela sabe, mas vou colocar só para deixar registrado.
1. Sem sombra de dúvidas posso dizer que a Tate foi uma das pessoas mais inteligentes que já conheci até hoje. Me surpreendeu com sua maturidade, apesar de ser pirralha (XD), e sua não-futilidade.
2. Foi uma das únicas pessoas que conheci pela internet que acabei encontrando "na vida real". Tudo bem que ela se aproveitou do artifício de minha mãe ser prima da avó dela, para acabar me "forçando" a não sair de casa.
3. A única pessoa que consigo conversar sobre qualquer coisa. Não que eu tenha vergonha de falar para alguém ou que tenha algo que eu sinta vergonha, mas acontece que parece que temos algum tipo de sintonia de pensamentos.
Quando falamos algo confuso (que dá margem para outra interpretação), pela força do hábito tentamos nos explicar, porém um sabe exatamente o que o outro quis dizer.
4. A única pessoa que me conhece a mais de ano e ainda consegue me deixar sem graça (quando resolve elogiar).
5. Que apesar de apenas 1 ano e meio já me conhece melhor do que qualquer outra pessoa (exceto eu).
6. Que sabe que estou aqui para ajudá-la em qualquer coisa, e deixa ser ajudada.
7. Me convenceu a por uma foto minha no MSN/Orkut/Fotolog.
8. Foi a primeira pessoa que me viu por uma webcam.
9. Foi quem me inspirou a utilizar este blog, que havia sido criado há séculos, porém nunca utilizado.
Sei que ela não é assim só comigo, o que a torna alguém especial.
Outro fator que me fez colocar esse post aqui é que antes havia percebido que, como um ciclo, o contato que nós tinhamos ia diminuir. E de fato diminuiu um pouco. Só que nessas férias voltamos a nos falar mais. Principalmente de madrugada, quando costumamos conversar por volta de 4 horas seguidas.
Porém sei que ela está entrando no 3° ano, que pra mim foi tranqüilo (por eu ser um vagal que deixava para recuperação por "saber que me virava"), mas ela estará ocupada com outras coisas então provavelmente o que não aconteceu antes irá acontecer agora. E, infelizmente, é algo natural.
Não estou dizendo que simplesmente um de nós se tornará um "monstro" que irá ignorar o outro, mas infelizmente agora com o fim das férias as coisas vão mudar. Mas, mesmo assim, por mais que ela ou ou estejamos ocupados farei o possível e o impossível para estar aqui e poder ajudá-la no que for preciso.
Porque para mim o contato pode até acabar diminuindo, mas a amizade nunca.
Foi por isso que resolvi colocar este post, para aproveitar que, pelo que acredito, chegamos ao auge de nossa amizade e queria poder deixar registrado esses fatos, que não são todos, mas são os que me vêm à cabeça no momento.
Acho justo colocar este post aqui pois ela já tomou a iniciativa (faz tempo) de colocar um "Testimonial" no meu orkut, que até hoje ainda não retribuí... E a data que me refiro no começo do post é o aniversário dela, então chegou minha vez =P
Para não ficar um post melancólico com cara de "despedida", aqui vão algumas curiosidades.
- Ela de vez em quando acorda com vontade de me provocar e fica me chamando de velho.
- Por me conhecer tão bem conhece meus pontos fracos e sabe fazer chantagens psicológicas (¬¬).
- Falo pra ela que ela não precisa ficar me pedindo desculpas, mas toda vez que a lembro (por ela pedir desculpas) ela pede desculpas.
- Apesar das últimas músicas que mostrei pra ela não terem a agradado tanto, na média costumo acertar =P
(Oh oh oh!)
Provavelmente este post estará em constante mudança, pois à medida que eu for lembrando de algo vou adicionando aqui. Mas se eu mudar eu aviso em algum outro post mais recente.
Não vou dar feliz aniversário agora pois no dia eu mando (ou tento) um SMS para ela, fora que dizem que dá azar.
Bem, é isso.
Hasta o/
Outro fator que me fez colocar esse post aqui é que antes havia percebido que, como um ciclo, o contato que nós tinhamos ia diminuir. E de fato diminuiu um pouco. Só que nessas férias voltamos a nos falar mais. Principalmente de madrugada, quando costumamos conversar por volta de 4 horas seguidas.
Porém sei que ela está entrando no 3° ano, que pra mim foi tranqüilo (por eu ser um vagal que deixava para recuperação por "saber que me virava"), mas ela estará ocupada com outras coisas então provavelmente o que não aconteceu antes irá acontecer agora. E, infelizmente, é algo natural.
Não estou dizendo que simplesmente um de nós se tornará um "monstro" que irá ignorar o outro, mas infelizmente agora com o fim das férias as coisas vão mudar. Mas, mesmo assim, por mais que ela ou ou estejamos ocupados farei o possível e o impossível para estar aqui e poder ajudá-la no que for preciso.
Porque para mim o contato pode até acabar diminuindo, mas a amizade nunca.
Foi por isso que resolvi colocar este post, para aproveitar que, pelo que acredito, chegamos ao auge de nossa amizade e queria poder deixar registrado esses fatos, que não são todos, mas são os que me vêm à cabeça no momento.
Acho justo colocar este post aqui pois ela já tomou a iniciativa (faz tempo) de colocar um "Testimonial" no meu orkut, que até hoje ainda não retribuí... E a data que me refiro no começo do post é o aniversário dela, então chegou minha vez =P
Para não ficar um post melancólico com cara de "despedida", aqui vão algumas curiosidades.
- Ela de vez em quando acorda com vontade de me provocar e fica me chamando de velho.
- Por me conhecer tão bem conhece meus pontos fracos e sabe fazer chantagens psicológicas (¬¬).
- Falo pra ela que ela não precisa ficar me pedindo desculpas, mas toda vez que a lembro (por ela pedir desculpas) ela pede desculpas.
- Apesar das últimas músicas que mostrei pra ela não terem a agradado tanto, na média costumo acertar =P
(Oh oh oh!)
Provavelmente este post estará em constante mudança, pois à medida que eu for lembrando de algo vou adicionando aqui. Mas se eu mudar eu aviso em algum outro post mais recente.
Não vou dar feliz aniversário agora pois no dia eu mando (ou tento) um SMS para ela, fora que dizem que dá azar.
Bem, é isso.
Hasta o/
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Sofrimento?
É, quebrando o costume de postar bem cedo ou muito tarde.
Após o martírio que foi levantar da cama, debaixo da coberta, nesse frio, com barulho de chuva, aqui estou. Tudo bem que fui dormir às 6 da manhã e não consegui descansar muito, além de ter acordado às 13:30, mas.. whatever, não ligo mesmo.
Geralmente quando estou deprimido paro para pensar em coisas que geralmente estou destraído demais (quando não estou deprimido). Não que eu em algum momento tenha sentido vontade de me matar, mas até nisso eu penso. Não "em me matar" mas sim na atitude que é, o que motiva uma pessoa, etc..
Algo que pensei é naquela famosa frase de "Nós reclamamos de barriga cheia. Tem gente que não tem onde dormir e que sofre mais do que você.". Isso geralmente deixam as pessoas ainda piores.
Ok, o problema da pessoa que não tem onde dormir pode ser mais complicado que o seu? Sim, mas isso NUNCA poderá tirar seu "direito de se sentir mal". Os outros também têm problemas, com certeza, porém você não tem culpa disso..
Acho que sofrimento é relativo. Faço uma analogia com a dor.. Se você chutar com muita força a quina de um móvel você não tem direito de sentir muita dor, pois há pessoas que vão para guerra e perdem a perna com minas terrestres? Claro que tem. Não nos tornamos egocêntricos por causa disso. Ainda mais se tratando de sentimentos. O que não se pode fazer é se render a esses sentimentos, mas nunca os menospreze. Da mesma forma, nunca menospreze o sentimento alheio.
Há pessoas que pensam em se suicidar? Sim, por estarem com um problema, estarem confusos. Estarem em uma densa nuvem negra, e é aí onde mora o perigo.. Quando nos encontramos nesta nuvem nunca devemos querer tomar uma decisão direta. Temos que esperar a nuvem se dissipar, ou tentar sair dela. Se não aguentar mais esperar que essa nuvem suma, peça ajuda. Assim como eu gosto de ajudar os outros (mesmo sabendo que há vezes que chego a passar mal.. mas isso é outra história) com certeza existem pessoas por aí que sentem o mesmo.
Você só está só se quiser. Se as pessoas ao seu redor não te entendem não pense que é o fim do mundo.. o que está errado é o lugar onde você se encontra. Se alguém não dá bola para o que você pensa, por que dar bola para o que ELA (pessoa) pensa?
Algo que acho legal do blog é o fato dele deixar registrado momentos que escrevo, deprimido ou não. Então eu posso ler o que escrevi quando estava deprimido, que é quando eu fico mais pensativo (por pensativo não entenda que eu fique mais "inteligente" mas sim que eu paro em um determinado momento para pensar em algo que eu normalmente nem pensaria, a não ser que me deparasse com uma determinada situação).
Tenho minha "teoria" sobre a depressão, mas vou deixar para um outro post para este não ficar insuportavelmente grande.
Hasta o/
P.S.: estou com preguiça de revisar o texto.
Após o martírio que foi levantar da cama, debaixo da coberta, nesse frio, com barulho de chuva, aqui estou. Tudo bem que fui dormir às 6 da manhã e não consegui descansar muito, além de ter acordado às 13:30, mas.. whatever, não ligo mesmo.
Geralmente quando estou deprimido paro para pensar em coisas que geralmente estou destraído demais (quando não estou deprimido). Não que eu em algum momento tenha sentido vontade de me matar, mas até nisso eu penso. Não "em me matar" mas sim na atitude que é, o que motiva uma pessoa, etc..
Algo que pensei é naquela famosa frase de "Nós reclamamos de barriga cheia. Tem gente que não tem onde dormir e que sofre mais do que você.". Isso geralmente deixam as pessoas ainda piores.
Ok, o problema da pessoa que não tem onde dormir pode ser mais complicado que o seu? Sim, mas isso NUNCA poderá tirar seu "direito de se sentir mal". Os outros também têm problemas, com certeza, porém você não tem culpa disso..
Acho que sofrimento é relativo. Faço uma analogia com a dor.. Se você chutar com muita força a quina de um móvel você não tem direito de sentir muita dor, pois há pessoas que vão para guerra e perdem a perna com minas terrestres? Claro que tem. Não nos tornamos egocêntricos por causa disso. Ainda mais se tratando de sentimentos. O que não se pode fazer é se render a esses sentimentos, mas nunca os menospreze. Da mesma forma, nunca menospreze o sentimento alheio.
Há pessoas que pensam em se suicidar? Sim, por estarem com um problema, estarem confusos. Estarem em uma densa nuvem negra, e é aí onde mora o perigo.. Quando nos encontramos nesta nuvem nunca devemos querer tomar uma decisão direta. Temos que esperar a nuvem se dissipar, ou tentar sair dela. Se não aguentar mais esperar que essa nuvem suma, peça ajuda. Assim como eu gosto de ajudar os outros (mesmo sabendo que há vezes que chego a passar mal.. mas isso é outra história) com certeza existem pessoas por aí que sentem o mesmo.
Você só está só se quiser. Se as pessoas ao seu redor não te entendem não pense que é o fim do mundo.. o que está errado é o lugar onde você se encontra. Se alguém não dá bola para o que você pensa, por que dar bola para o que ELA (pessoa) pensa?
Algo que acho legal do blog é o fato dele deixar registrado momentos que escrevo, deprimido ou não. Então eu posso ler o que escrevi quando estava deprimido, que é quando eu fico mais pensativo (por pensativo não entenda que eu fique mais "inteligente" mas sim que eu paro em um determinado momento para pensar em algo que eu normalmente nem pensaria, a não ser que me deparasse com uma determinada situação).
Tenho minha "teoria" sobre a depressão, mas vou deixar para um outro post para este não ficar insuportavelmente grande.
Hasta o/
P.S.: estou com preguiça de revisar o texto.
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